São Paulo do Potengi: Vereador Juninho apresenta requerimentos para sinalização de trânsito e iluminação pública

Na última sessão ordinária da Câmara Municipal de São Paulo do Potengi, ocorrida no dia de ontem (22), o vereador Elias Júnior (Juninho Neto de Seu Elino) apresentou dois requerimentos, sendo um para sinalização de trânsito e outro para iluminação pública.

No primeiro requerimento, de número 65/2021, o parlamentar solicitou à Prefeitura Municipal que autorizasse a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos a realizar a manutenção e restauração da sinalização de trânsito do nosso município, tais como como placas, faixas de pedestre e similares.

No segundo, de número 66/2021, requereu que a Prefeitura Municipal Autorizasse a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos a analisar a possibilidade de colocar iluminação pública na estrada que liga os Bairros João XXIII e Bairro Santa Clara, demanda antiga da comunidade.

O acompanhamento do mandato do vereador Juninho neto de Seu Elino, bem como a sugestão de pautas a serem defendidas pelo parlamentar, podem ser feitos pelas suas redes sociais.

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João Santana fecha com PDT para campanha de Ciro em 2022

O publicitário João Santana retorna à cena política para 2022, desta vez contratado pelo PDT para fazer a campanha de Ciro Gomes à Presidência da República.

O anúncio da contratação foi feito nesta quinta-feira (22/4) pelas redes sociais de Ciro e do presidente do PDT, Carlos Lupi.

“Reunião de trabalho com Carlos Lupi, presidente do PDT, e com o publicitário João Santana, que nos ajuda a partir de agora na comunicação do partido”, escreveu.

Ex-marqueteiro de campanhas presenciais do PT, tanto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto de Dilma Rousseff, Santana também orquestrou campanhas vencedoras na Venezuela, de Hugo Chávez, em 2012, e Nicolás Maduro, em 2013.

O publicitário e sua esposa, Mônica Moura, foram condenados pela operação Lava Jato a mais de 7 anos de prisão por lavagem de dinheiro envolvendo negociações entre a empreiteira Odebrecht e o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci.

Recentemente, em entrevista ao programa Roda Viva, Santana sugeriu, como chapa imbatível para vencer o presidente Jair Bolsonaro, Lula como vice de Ciro.

Câmara aprova urgência para projeto que permite privatização dos Correios

A Câmara aprovou nesta teça-feira (20) o regime de urgência para projeto que permite a privatização dos Correios.

Foram 280 votos a favor e 165 contra a urgência da proposta do governo que autoriza entrada da iniciativa privada na exploração de serviços postais. Agora, a matéria é prioridade na fila de projetos da Casa e pode ser votada em plenário a qualquer momento.

A urgência torna a proposta prioritária na fila de votação de projetos da Casa e permite que ela possa ser pautada no plenário a qualquer momento.

Oposição trabalhou contra

A oposição trabalhou contra a proposta, mas não obteve votos para barrar o requerimento.

“Me envergonha nesse momento trágico que a Casa esteja abrindo as portas para entregar patrimônio público a preço de banana”, afirmou a líder do PSOL, Taliria Petrone (RJ). “Desde quando se discute a fundo uma matéria aprovando urgência? Isso se faz nas comissões. Não terão a digital do PSOL. Urgência para o Brasil é vacina, leitos de UTI e auxílio emergencial.”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ressaltou que apenas o requerimento seria aceito e afirmou que a proposta ainda será debatida no plenário da Casa.

Já o relator do projeto, Gil Cutrim (Republicanos-MA), disse que o projeto trata da regulamentação e modernização do sistema postal brasileiro.

Ele ressaltou que a palavra “privatização” não consta do texto e disse que isso só poderá ocorrer após uma discussão ampla entre os deputados. “É bom que fique claro que essa narrativa de privatização dos Correios está muito longe de acontecer antes que aconteça um amplo e pleno debate sobre um tema fundamental”, afirmou.

PL 591

No fim de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso o PL 591, que permite a exploração dos serviços postais no Brasil por parte da iniciativa privada.

O projeto, no entanto, estabelece limites a atuação de empresas no segmento, já que a Constituição Federal obriga a União a ter serviço postal e correio aéreo nacional. Assim, o governo manteria públicos alguns serviços de encomendas simples, telegramas e também cartas. 

Bolsonaro vai se submeter à sétima cirurgia após facada durante campanha de 2018

O presidente Jair Bolsonaro informou, na noite de sexta-feira, 16, que vai passar por nova cirurgia para corrigir uma hérnia. Trata-se da sétima operação de Bolsonaro após a facada que ele sofreu em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral. A confirmação de que o presidente terá de ser mais uma vez internado ocorreu durante conversa com apoiadores, na entrada do Palácio da Alvorada.

“É verdade que o senhor vai passar por uma nova cirurgia?”, perguntou um eleitor bolsonarista. “Está muito curioso, hein, cara?” respondeu Bolsonaro. “Eu estou ficando muito barrigudo aqui. Acho que vai ser lipoaspiração. Pega mal, né? Botox. É ou não é? Pega mal”, afirmou, rindo. Foi então que ele admitiu a necessidade de nova intervenção. “Talvez, neste ano, mais umazinha aí. Mas é tranquilo, hérnia. Eu tenho uma tela aqui na frente, está saindo o bucho pelo lado. Então, tenho que botar uma tela do lado também”, comentou. O Estadão apurou que o presidente fará o procedimento neste ano porque em 2022 quer se dedicar à campanha da reeleição.

Após sofrer uma facada de Adélio Bispo, Bolsonaro passou por uma cirurgia em Juiz de Fora (MG), onde estava fazendo campanha para a Presidência. Quarenta e oito horas depois, ele teve de ser submetido a uma operação para reconstrução do trânsito intestinal. Há quase dois anos, o presidente também retirou uma hérnia que se formou na cicatriz da cirurgia no intestino. Em setembro do ano passado, removeu um cálculo na bexiga.

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro repetiu que será o último a tomar a vacina contra covid-19. Aos 66 anos, o presidente já poderia ter sido vacinado há 15 dias, sem furar fila. A imunização de idosos nesta faixa etária, no Distrito Federal, começou no último dia 3, chegou a ser suspensa 48 horas depois, por falta de doses, mas foi retomada.

“Deixa as pessoas tomarem na minha frente. Eu vou vacinar, mas por último”, disse Bolsonaro. “Tem muita gente apavorada, aguardando a vacina. Tem gente que não sai de casa”, emendou o presidente, que é crítico de medidas de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus.

Lula já tem vice de chapa na mira para 2022, diz revista

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de livrar o ex-presidente Lula das condenações da Operação Lava-Jato, nesta quinta-feira (15), deve dar novo fôlego aos movimentos do petista no campo eleitoral.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, Lula sonha em atrair o PSB para sua chapa presidencial em 2022 e já tomou as primeiras providências nesse sentido.

Em breve, ele terá uma conversa com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), que é uma opção para ser vice na disputa ao Planalto, diz a coluna.

“A ivermectina mata verme? Por isso a esquerda é contra”, diz Bolsonaro

Em conversa com apoiadores, Jair Bolsonaro defendeu mais uma vez a utilização de remédios de acordo com uma alternativa médica para combater a pandemia do novo coronavírus.

“Eles criminalizam o tratamento precoce. O tratamento imediato. Se falar qualquer coisa sobre isso, não pode. A cloroquina é usada para muitas coisas e não existe excesso de produção no Brasil. Muito pelo contrário, até iria faltar”, afirmou Bolsonaro.

“O tempo todo o pessoal só atrapalhando, por isso não dá certo. O cara é um ‘jumento’ ao dizer que a ivermectina não pode, não sei o que não pode, que não tem comprovação científica, mas não dá alternativa. Deixa o cara tomar, pô? O médico vai decidir o que o cara vai tomar”, completou o presidente.

Por fim, ele concluiu: “A ivermectina também mata verme? Por isso a esquerda é contra.”

Com O Antagonista

Vereador Juninho requer que Prefeitura analise possibilidade colocar calçamento na Rua Mamede Marques de Araújo

No dia de ontem, 15, durante a 10ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de São Paulo do Potengi, o vereador Elias Júnior (Juninho neto de Seu Elino) apresentou requerimento para que a Prefeitura Municipal de São Paulo do Potengi, através da Secretaria Municipal de Obras, ou de outro órgão competente, envie equipe técnica para analisar a viabilidade de se colocar calçamento na Rua Mamede Marques de Araújo, no Bairro Novo Juremal.

Em conversa com o blog, o parlamentar esclareceu que considera importante o calçamento da referida rua, uma vez que por ela passam diversos estudantes e trabalhadores que prestam serviços no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). O calçamento, então, seria uma facilitação para estas pessoas, que hoje tem que se descolar por uma estrada de barro, que se transforma em lama quando chove.

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STF confirma decisão de Fachin que anula condenações e mantém Lula elegível

O plenário do Supremo Tribunal Federal(STF) confirmou nesta quinta-feira (15), por 8 votos a 3, a decisão do ministro Edson Fachin de retirar da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) os casos da Lava Jato que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No dia 8 de março, Fachin anulou todos os atos processuais de quatro ações em que Lula figurava como réu ou investigado na Lava Jato por considerar que as acusações não têm relação com o escândalo de corrupção na Petrobras.

Com o posicionamento do Supremo, as condenações de Lula ficam anuladas e, com isso, o petista não está mais enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que o impedia de se candidatar nas eleições. Para que Lula seja novamente tornado inelegível, seria necessário que a Justiça promovesse sua condenação em duas instâncias antes das eleições de 2022, cenário pouco provável.

A Corte ainda deve discutir o destino das ações que envolvem Lula. A requisição inicial de Fachin era de remetê-las à Justiça do Distrito Federal. O ministro Alexandre de Moraes opinou que o mais indicado seria a análise pela Justiça de São Paulo, visto que as acusações contra Lula remetem a possíveis crimes cometidos no estado paulista. O tema motivou divergências entre os magistrados, mesmo entre os que concordam com a retirada das ações de Curitiba.

Votaram a favor da decisão de Fachin os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia, além do próprio Fachin. O presidente da Corte, Luiz Fux, e os ministros Marco Aurélio e Kássio Nunes Marques se manifestaram no sentido oposto.

Um dos que votaram a favor da decisão de Fachin, Alexandre de Moraes afirmou que a 13ª Vara de Curitiba, em muitas ocasiões, se portava como um “juízo universal”. Segundo o magistrado, o Ministério Público Federal incluiu a Petrobras em algumas denúncias da Lava Jato mesmo que a estatal não tivesse conexão com a acusação, apenas para garantir que o processo permanecesse na Vara de Curitiba.

Já o ministro Nunes Marques, contrário à tese de Fachin, elencou uma série de elementos que relacionaram o ex-presidente Lula com esquemas de corrupção descobertos pela Lava Jato, e disse que o contexto maior das acusações conecta os fatos à Petrobras e à Vara de Curitiba. O magistrado também apontou que “não há nulidade sem prejuízo” — e que, na sua avaliação, como não houve prejuízos à defesa de Lula pelo fato de os processos terem transcorrido em Curitiba, não vale sugerir suas anulações.

A próxima sessão do STF sobre o tema, que deve ocorrer no dia 22, pode ter como pauta o recurso movido pela defesa de Lula que pede que a Corte reconheça a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro nos casos que envolvem o petista. Os advogados do ex-presidente defendem que o processo deve prosseguir mesmo após a confirmação da decisão de Fachin; já parte do STF entende que a retirada das ações de Curitiba leva o debate a perder seu objeto. No dia 24 de março, a Segunda Turma do STF determinou que Moro havia agido com parcialidade, em decisão que beneficiou o petista.

Decisão de Fachin que anulou processos contra Lula confundiu cenário eleitoral

O julgamento desta quarta conclui um processo de turbulência política criado por Fachin no dia 8 de março. Naquela data, o ministro decidiu, de modo monocrático, que a Vara Federal de Curitiba não tinha competência para apreciar os processos envolvendo Lula e a Lava Jato.

Com a medida, todas as condenações de Lula foram automaticamente derrubadas. Isso fez do petista elegível e o transformou, automaticamente, em pré-candidato para a corrida presidencial de 2002. Até aquela ocasião, embora estivesse em liberdade, Lula permanecia inelegível, já que ainda estava enquadrado pela Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado em duas instâncias.

A decisão de Fachin fez Lula se pronunciar publicamente como candidato e também motivou reações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recordou ligações entre o ministro e a ex-presidente Dilma Rousseff, que foi quem o nomeou para a Suprema Corte.

Outra consequência da medida de Fachin foi a de estimular a segunda turma do Supremo a encaminhar o julgamento sobre a suspeição de Moro. O processo estava paralisado desde o fim de 2018. Foi resgatado pelo ministro Gilmar Mendes e teve como consequência a decisão de que Moro agiu de forma parcial. Um dos votos pela parcialidade do ex-juiz veio da ministra Cármen Lúcia, que na primeira parte do julgamento, ainda em 2018, havia se posicionado em sentido oposto. Além dela, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela suspeição de Moro. Kássio Nunes Marques e Fachin votaram a favor do ex-juiz e ex-ministro do governo Bolsonaro.

PF pede ao STF que Salles seja investigado: “Atrapalha fiscalização”

Uma notícia-crime feita pelo chefe da Polícia Federal do Amazonas, Alexandre Saraiva, foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a investigação das condutas do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e do senador Telmário Mota (Pros-RR) por “atrapalharem medidas de fiscalização”.

No documento, o delegado menciona a maior apreensão de madeira da história do Brasil. Saraiva sustenta no texto que Salles “dificulta a fiscalização ambiental e patrocina interesses privados”.

O chefe da PF no Amazonas cita dois crimes que teriam sido cometidos pelo ministro: advocacia administrativa e impedir ou embaraçar investigação de infração penal que envolva organização criminosa.

O ministro vem criticando nas últimas semanas a conduta da PF depois da realização da maior apreensão de madeira da história do país.

Salles alega que a corporação cometeu falhas na ação e sustenta que “não se pode demonizar sem provas” o trabalho dos empresários.

O delegado retorquiu, afirmando ser a primeira vez que vê um titular da pasta do Meio Ambiente se insurgindo contra uma operação que busca preservar a floresta amazônica.

Telmário Mota

O senador Telmário Mota (Pros-RR) divulgou uma nota, na noite desta quarta-feira (14/4), na qual chama o superintendente da Polícia Federal do Amazonas, Alexandre Saraiva, de “covarde” e “xiita”.

Na nota em que rebate as acusações, Telmário diz: “O delegado xiita Alexandre Saraiva mais uma vez busca os holofotes com uma notícia-crime patética, sem fundamento e elaborada apenas para ganhar espaço na mídia e nas redes sociais”.

As criticas continuam: “A verdade é que o delegado é um covarde que pratica autoritarismo e não tem coragem de debater com o Ministério do Meio Ambiente e da Justiça um protocolo para regulamentar o setor madeireiro”.

“Ressalto que em momento algum pratiquei as condutas descritas. Como parlamentar, apenas denunciei os procedimentos ilegais cometidos pelo delegado, que sistematicamente utiliza da PF para sua própria promoção pessoal”, continua o político.

Por fim, Telmário afirma que está convicto que a notícia-crime será arquivada de plano pelo MPF.

Pedro Bial diz que só aceitaria entrevistar Lula com um “detector de mentiras”

Pedro Bial foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter após participar do programa “Manhattan Connection”, da TV Cultura, nessa quarta-feira (15). O apresentador foi questionado existem pessoas que não aceitariam ir ao programa dele, como talvez Lula e Bolsonaro .

“O Lula já até disse que gostaria de fazer o programa comigo, mas teria que ser ao vivo. Pode até ser ao vivo, mas teria que ter um polígrafo acompanhando todas as falas dele”, disse Pedro Bial. Um polígrafo é um aparelho usado para identificar se uma pessoa está mentindo durante um interrogatório.

IG

Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro no 2º turno e venceria por 52% a 34%

Pesquisa PoderData, realizada em todo o Brasil com 3.500 entrevistas nesta semana (12-14.abr.2021), indica que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 18 pontos de vantagem sobre Jair Bolsonaro (sem partido) num eventual 2º turno na disputa pelo Palácio do Planalto. O petista teria 52% contra 34% do atual presidente.

A eleição presidencial está marcada para 2 de outubro de 2022. Os cenários testados agora devem ser tomados com uma radiografia do momento, em que o país enfrenta o pior impacto da pandemia de coronavírus, muitos Estados mantêm negócios fechados e há incerteza sobre a recuperação da economia.

Nesse contexto, a pesquisa PoderData captou uma piora das intenções de voto para Bolsonaro na comparação com 1 mês antes, quando apenas Lula e Ciro Gomes (PDT) venceriam o atual num eventual 2º turno. Agora, ele já não ganha de ninguém com segurança.

Mas é muito importante registrar que numa conjuntura adversa –com a CPI da Covid quase entrando em funcionamento–, Bolsonaro segue com o apoio fiel de 1/3 do eleitorado. É um sinal de que as vicissitudes não provocaram uma erosão no bolsonarismo de raiz.

Segundo o PoderData, Bolsonaro perderia hoje num confronto direto para Lula (52% X 34%) e para o empresário e apresentador da TV Globo Luciano Huck (48% X 35%).

Contra outros 3 possíveis candidatos testados, Bolsonaro ficaria apenas em situação de empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos): Bolsonaro 38% X 37% João Doria (PSDB); Bolsonaro 38% X 37% Sergio Moro (sem partido); Bolsonaro 38% X 38% Ciro Gomes.

Chama a atenção a melhora do tucano João Doria, justamente no período em que o governador de São Paulo reduziu os atritos públicos com seu partido (o PSDB) e também quando o Instituto Butantan conseguiu acelerar a vacinação contra a covid-19. O eleitorado reagiu e Doria agora subiu de 31% para 37% em duas semanas numa simulação de 2º turno contra Bolsonaro, segundo o PoderData.

Também foi registrada uma melhora do ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro (de 31% para 37%) na simulação de 2º turno. E uma expressiva pontuação de Luciano Huck, que em duas semanas saiu de 40% para 48%. Huck e Moro, além de Doria, são sempre citados como possíveis nomes para satisfazer uma corrente que se autodenomina “de centro” e que gostaria de ter um candidato em 2022 fora da polarização Bolsonaro-Lula.

Além de Bolsonaro, quem coletou um resultado negativo nesta rodada do PoderData foi o pedetista Ciro Gomes. Ele variou negativamente dentro da margem de erro na simulação de 2º turno (de 39% para 38%), mas viu Bolsonaro nesse cenário encostar, saindo de 34% para 38%. Há duas semanas, Ciro venceria. Agora, fica empatado com o atual presidente –talvez um sinal de que seu nome não agrade ao eleitorado situado do centro para a direita do espectro político.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 3.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

1º TURNO ESTÁVEL NO TOPO

O cenário de 1º turno testado pelo PoderData (só foi testada uma hipótese) apresentou estabilidade no topo da tabela. Bolsonaro tinha 30% duas semanas antes e agora está com 31%, uma variação estritamente dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual. Lula tinha 34% e ficou com o mesmo percentual agora.null

Houve algumas variações, entretanto, na parte de baixo da cartela de candidatos, sempre de no máximo 3 pontos percentuais –tudo próximo ou dentro da margem de erro, como mostra o infográfico a seguir:

2º TURNO: HUCK, DORIA, MORO E CIRO

O presidente da República seria derrotado por Luciano Huck no 2º turno. Empataria com João Doria, Sergio Moro e Ciro Gomes.

ESTRATIFICAÇÃO

O levantamento do PoderDatamostra ainda a estratificação das intenções de voto no 2º turno nas seguintes disputas:

  • Bolsonaro X Lula:

Bolsonaro é tem mais intenções de voto entre: os que ganham mais de 10 salários mínimos (61%) e dos homens (47%). Lula supera o presidente em todos os outros, com destaque para os jovens (69%) e as mulheres (61%).

  • Bolsonaro X Luciano Huck:

Bolsonaro tem mais intenções de voto entre: homens (45%), pessoas de 25 a 44 anos (40%); moradores da região Sul (42%); os que têm só o ensino fundamental (39%); e os que ganham mais de 10 salários mínimos (71%);

Huck tem mais intenções de voto entre: mulheres (53%); pessoas de 16 a 24 anos (72%); moradores da região Norte e Nordeste, 50% em cada uma; os que têm só o ensino fundamental (49%); e os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (50%).

  • Bolsonaro X Ciro Gomes

Bolsonaro tem mais intenções de voto entre: homens (39%), pessoas de 16 a 24 anos (49%); moradores da região Sul (45%); os que têm ensino superior (54%); e os que ganham de 2 a 5 salários mínimos (43%);

Ciro tem mais intenções de voto entre: homens (44%); pessoas de 25 a 44 anos (46%); moradores da região Norte (55%); os que têm só o ensino fundamental (40%); e os que recebem mais de 10 salários mínimos (65%).

Poder 360

Filho de Bolsonaro reclama de Fábio Faria

O filho do Presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, tem reclamado da atuação da Secretaria de Comunicação (Secom) que é comandada pelo Ministro das Comunicações, Fábio Faria.Avalia que o governo está sob ataque e não está sabendo se defender.

Pouco mais de um mês após assumir o cargo, o secretário de Comunicação do governo federal, Almirante Flávio Rocha(na foto), vai deixar o cargo.

Uma reunião entre ele, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, acabou por acertar o seu destino, segundo fontes, “em comum acordo”.

Comissão da OAB conclui que Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade

A comissão criada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), e que analisa a conduta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante o combate à pandemia de covid-19, concluiu que o chefe do Executivo cometeu crime de responsabilidade e contra a humanidade ao fundar uma “República da Morte” no país.

“A questão que se põe no presente momento é a seguinte: pode-se provar com segurança, e de acordo com as leis da natureza, que centenas de milhares de vidas teriam sido salvas, caso o presidente e outras autoridades tivessem cumprido com o seu dever constitucional de zelar pela saúde pública? A resposta é um retumbante sim”, apontou o relatório dos juristas.

Pacheco descarta adiar instalação da CPI e quer reunião presencial para eleger presidente da comissão

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), descartou a possibilidade de adiar a instalação da CPI da Pandemia e afirmou que irá determinar sessão presencial para a eleição do presidente da comissão.

“Estou aguardando os nomes e indicações de partidos. Depois, anunciarei a data para instalação da CPI. Vou determinar que a eleição do presidente da comissão seja presencial e recomendar que funcionamento também seja presencial. Mas caberá ao presidente da CPI determinar, num acordo de procedimento com os demais membros, o que pode ser presencial, o que pode ser semipresencial”, afirmou Pacheco.

A declaração do presidente do Senado vem em um momento de expectativa pela decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a liminar do ministro Luís Roberto Barroso, que determinou a criação da CPI, já que os requisitos para isso tinham sido preenchidos.

Ministros do STF dão como certa a manutenção da liminar, mas estudam uma modulação que deixe clara a prerrogativa do presidente do Senado para definir como será o funcionamento: se presencial, virtual ou num modelo híbrido. Alguns integrantes do STF ainda avaliam que o Senado deve decidir o momento mais adequado para a instalação da CPI.

Com minoria dentro da comissão, o governo aposta nessa decisão do STF para ganhar tempo e adiar a instalação da CPI. Para isso, investe no discurso de que não há condições sanitárias para realização de sessões presenciais.

Líderes do governo lembram que as comissões não estão funcionando no Senado e que as sessões do plenário têm sido virtuais por determinação de Pacheco. Apesar disso, o presidente do Senado, mesmo tendo externado posição contrária à abertura de CPI neste momento da pandemia, mantém firme posição de seguir decisão do ministro Barroso e garantir a instalação da comissão já nas próximas duas semanas.

BLOG DO CAMAROTTI – G1

Twitter põe alerta em post de Eduardo Bolsonaro sobre lockdown

O Twitter colocou um alerta de “publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19” em uma postagem feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na mensagem, compartilhada na tarde de ontem, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o “lockdown é o oposto de distanciamento social”. “No lockdown, as pessoas são condenadas a ficarem confinadas em casa, aumentando a proliferação do vírus”, defendeu o político.

Apesar de alertar aos usuários sobre uma violação das regras do Twitter, a rede social optou por manter o post, alegando que ele “pode ser do interesse público”.

UOL

Pesquisa mostra disputa embolada para o Governo do Rio Grande do Norte entre Fátima, Álvaro Dias e Styvenson; confira os números

Pesquisa realizada pelo Instituto IP Sensus realizada  entre os dias 04 e 12 de Abril de 2021, mostra uma disputa embolada para o Governo do Rio Grande do Norte entre a atual governadora Fátima Bezerra (PT), o prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB) e o senador Styvenson Valentim(Podemos). Nos três cenários pesquisados, ambos aparecem tecnicamente empatados.

A Pesquisa IP Sensus ouviu de forma híbrida 1.600 eleitores entre os dias 04 e 12 de Abril de 2021, com metodologia do Instituto Paraná Pesquisas, sendo 800 entrevistados por telefone e 800 entrevistados presencialmente, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), e o Decreto Estadual em vigor quanto às exigências sanitárias. A pesquisa  tem intervalo de confiança de 95%, com erro de 3,50% para mais ou para menos.

Veja os números:

BRASIL: Entre Bolsonaro e o PT, fico com Bolsonaro, diz Eduardo Cunha

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, peça principal a autorizar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), afirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo, que apoiaria o presidente Jair Bolsonaro se estivesse no poder.

“Quem elegeu Bolsonaro porque não queria a volta do PT tem a obrigação de dar a governabilidade a ele. Se estivesse no poder, eu o apoiaria, com eventuais críticas pontuais, mas sempre estaria na posição oposta ao PT”, afirmou.

Para Cunha, as eleições 2022 devem ser novamente marcadas pela polarização.

Ainda segundo ele, a tão falada ‘terceira via’ nunca existiu.

“Nunca existiu terceira via em todas as eleições desde 1989 e não existirá na próxima. Não vejo ninguém para isso. Entre Bolsonaro e o PT, não tenho a menor dúvida de ficar com Bolsonaro. Qualquer opção é melhor que a volta do PT”, declarou Cunha, que segue cumprindo prisão domiciliar desde março do ano passado após ser condenado na operação Lava Jato em 2016.

Tribunal de Contas do RN desmente denúncia de Jair e Carlos Bolsonaro contra a governadora Fátima Bezerra

Nota do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte desmente o presidente Jair Bolsonaro e o filho dele, o vereador Carlos Bolsonaro.

Os dois acusaram a governadora Fátima Bezerra de desviar recursos da covid para pagar salários.

Eis a nota do TCE:

TCE esclarece dados sobre transferências federais e despesas do Estado no combate à Covid-19

Sobre a repercussão das informações divulgadas no Boletim Extraordinário 01/2021, levantamento que traz uma avaliação dos impactos da pandemia do coronavírus nas finanças do Rio Grande do Norte e dados consolidados sobre as transferências federais feitas para o Estado em 2020, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) esclarece:

1. No dia 31 de março, o Auditor de Controle Externo Evandro Alexandre Raquel, Diretor de Administração Direta, concedeu entrevista ao programa Repórter 98, na rádio 98 FM. Na ocasião, ele informou que o Governo do Estado realizou, dentro da rubrica de recursos ordinários, Fonte 100, pagamentos na ordem de R$ 900 milhões para custear a folha de pessoal dos servidores da Saúde no ano de 2020.

2. Em nenhum momento, o Auditor afirmou que esse valor de R$ 900 milhões foi pago com recursos enviados pela União exclusivamente para auxiliar o Estado diretamente no enfrentamento à Covid-19, uma vez que dentro dos recursos enviados existiam valores de livre alocação, conforme disposição legal, além de que a fonte 100 engloba também arrecadação própria.

3. Conforme mostra o Boletim Extraordinário, o Estado recebeu do Governo Federal R$ 1,1 bilhão em transferências extraordinárias em 2020, destinados às ações de saúde, assistência social e compensação financeira em razão da queda na arrecadação. Do total de recursos, a maior parte (R$ 750,9 milhões) é de livre alocação.

4. Esse valor de R$ 750,9 milhões foi incorporado à Fonte 100, que congrega os recursos ordinários do Estado, incluindo a arrecadação própria, e foi transferido por força da Lei Complementar 173/2020, que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, bem assim, pela Medida Provisória nº. 938/2020, que dispôs sobre o apoio financeiro para compensar a queda no repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Bolsonaro critica lockdown e diz que servidores podem ficar sem salário

O presidente Jair Bolsonaro visitou, neste sábado (10/4), de moto, a comunidade Morro da Cruz, em São Sebastião.

Ao entrar, sem uso de máscara, na casa de uma família venezuelana, ele voltou a criticar a política de lockdown e ressaltou que caso as restrições continuem, poderá faltar dinheiro para o pagamento de servidores civis e militares no futuro.

O mandatário ressaltou que a política do” fique em casa” está errada.

“A educação no Brasil não é boa. Agora, essa molecada que está ultrapassando um ano sem estudar vai ficar com educação pior do que seus pais. Então, o futuro do Brasil com essa política do ‘fique em casa’, não tem aula, fecha tudo… Quem pode ficar, servidor, ainda fica. Daqui a pouco, servidores público civis e militares, não vai ter arrecadação para pagar vocês. E aí vai começar a atrasar e não pagar salário também. Então, isso atinge a todos nós”, apontou.

Bolsonaro também teceu ataques ao governador de São Paulo, João Doria, chamando-o de “patife”.

“O que eles querem, como esse patife aí de São Paulo quer, é quebrar o Estado, quebrar o Brasil, para depois apontar os responsáveis. É coisa de patife, que é o caso desse cara aí de São Paulo que usou meu nome para se eleger”, concluiu.

Com informações do Correio Braziliense – Grande Ponto

Nunes Marques sinaliza a Barroso que votará contra CPI da Covid

Nas conversas que teve com os outros 10 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de publicar sua decisão mandando o Senado instalar a CPI da Covid, Luís Roberto Barroso recebeu sinais de nove deles de que acompanharão a decisão do ministro.

Segundo a coluna de Guilherme Amado, o único que sinalizou ser contra foi o ministro Kassio Nunes Marques, indicado para o posto pelo presidente Jair Bolsonaro.