
A Prefeitura de São Paulo do Potengi, através da gestão do prefeito Pacelli Souto, sancionou a Lei Municipal nº 1.218/2025, de autoria da vereadora Cida Silva, que passa a denominar de “Francisco das Chagas Dantas – Seu Chaguinha” (in memoriam) o espaço da tradicional feira livre do município.
A cerimônia contou com a presença do prefeito, do vice-prefeito Lucas Macedo, do secretário Edmilson Lima, da vereadora autora da lei e de familiares do homenageado.
Uma justa homenagem a Seu Chaguinha, homem simples e trabalhador, que marcou a história do comércio potengiense com honestidade, dedicação e respeito.
No dia seis de dezembro, data em que a “Feira do Sábado” estaria mudando de endereço, este colunista, como de costume, absorto em seus pensamentos, e por desconhecer a sansão da nova Lei, ao dobrar a esquina de morada dos familiares de Seu Chaguinha, momento este em que já se via dentro da feira, parou bruscamente ao levantar o rosto e ver que não existia feira, tudo deserto. Mesmo assim continuou andando em frente para saber o que estava acontecendo. Foi então que foi surpreendido com um movimento atípico na frente. Aí começou a entender a interdição do dia anterior com as barracas novas pintadas com a cor azul distribuídas no meio da rua.
Naturalmente que nesse momento começava a “via sacra” para encontrar com os seus feirantes, como também descobrir um local que proporcionasse a passagem de uma avenida para a outra. Procurou pelo croqui, mas o mapa não estava lá. No entanto, passado o primeiro choque, entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Sete dias depois lá vem ele novamente. Agora já mais esperto, tendo uma pequena noção do posicionamento das bancas, leva um baita susto de novo. Como em toda história tem um “quê” que aumenta a narrativa, ao dobrar na esquina do Banco do Brasil, um velho conhecido de feira corre e lhe dá seguinte notícia: – “Rapais”! “Deu bode”! Tá todo mundo maluco lá na feira. Trocaram as mesas dos feirantes. Ele pensou consigo: – Minha Nossa Senhora das Trevas! De novo! E agora?…Só restava seguir em frente e enfrentar a realidade. Como já estava aclimatado, desta vez a dor foi menor.
Em qualquer mudança onde os atingidos sejam pessoas, nunca dá certo sem que seja precedido de um minucioso planejamento e os ditos-cujos sejam ouvidos. Sem entrar no mérito, o “Matadouro” e o Mercado Público que há cinco anos os usuários estão esperando por uma entrega, com certeza não deverá haver falhas. No entanto não estamos na posse do “bureau” daqueles que administram o município, o que torna as reclamações muito fáceis. Mesmo assim se formos olhar bem direitinho, às vezes, a população tem um pouco de razão. É ela que todo sábado está lá.
Só para encerrarmos esse nosso bate-papo manero. Neste sábado, dia treze de dezembro, data da maior festa do “Menino Jesus” já realizada em São Paulo do Potengi, o grupo que representava o artesanato da nossa cidade, e que recebe representantes idosos de várias cidades circunvizinhas, não teve uma acolhida a altura da sua representatividade. A festa estava quase começando sem que nem mesas em quantidade existissem para acolher os artesãos/sãs. Foi fácil verificar a correria dos membros atrás de mesas e cadeiras para organizar as suas peças. Continua a máxima de que não somos administradores, mas neste caso a visão, a audição e a presença no acontecido não deixaram dúvidas.
Por Santo Tito
A Prefeitura de São Paulo do Potengi, através da gestão do prefeito Pacelli Souto, sancionou a Lei Municipal nº 1.218/2025, de autoria da vereadora Cida Silva, que passa a denominar de “Francisco das Chagas Dantas – Seu Chaguinha” (in memoriam) o espaço da tradicional feira livre do município.
A cerimônia contou com a presença do prefeito, do vice-prefeito Lucas Macedo, do secretário Edmilson Lima, da vereadora autora da lei e de familiares do homenageado.
Uma justa homenagem a Seu Chaguinha, homem simples e trabalhador, que marcou a história do comércio potengiense com honestidade, dedicação e respeito.
No dia seis de dezembro, data em que a “Feira do Sábado” estaria mudando de endereço, este colunista, como de costume, absorto em seus pensamentos, e por desconhecer a sansão da nova Lei, ao dobrar a esquina de morada dos familiares de Seu Chaguinha, momento este em que já se via dentro da feira, parou bruscamente ao levantar o rosto e ver que não existia feira, tudo deserto. Mesmo assim continuou andando em frente para saber o que estava acontecendo. Foi então que foi surpreendido com um movimento atípico na frente. Aí começou a entender a interdição do dia anterior com as barracas novas pintadas com a cor azul distribuídas no meio da rua.
Naturalmente que nesse momento começava a “via sacra” para encontrar com os seus feirantes, como também descobrir um local que proporcionasse a passagem de uma avenida para a outra. Procurou pelo croqui, mas o mapa não estava lá. No entanto, passado o primeiro choque, entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Sete dias depois lá vem ele novamente. Agora já mais esperto, tendo uma pequena noção do posicionamento das bancas, leva um baita susto de novo. Como em toda história tem um “quê” que aumenta a narrativa, ao dobrar na esquina do Banco do Brasil, um velho conhecido de feira corre e lhe dá seguinte notícia: – “Rapais”! “Deu bode”! Tá todo mundo maluco lá na feira. Trocaram as mesas dos feirantes. Ele pensou consigo: – Minha Nossa Senhora das Trevas! De novo! E agora?…Só restava seguir em frente e enfrentar a realidade. Como já estava aclimatado, desta vez a dor foi menor.
Em qualquer mudança onde os atingidos sejam pessoas, nunca dá certo sem que seja precedido de um minucioso planejamento e os ditos-cujos sejam ouvidos. Sem entrar no mérito, o “Matadouro” e o Mercado Público que há cinco anos os usuários estão esperando por uma entrega, com certeza não deverá haver falhas. No entanto não estamos na posse do “bureau” daqueles que administram o município, o que torna as reclamações muito fáceis. Mesmo assim se formos olhar bem direitinho, às vezes, a população tem um pouco de razão. É ela que todo sábado está lá.
Só para encerrarmos esse nosso bate-papo manero. Neste sábado, dia treze de dezembro, data da maior festa do “Menino Jesus” já realizada em São Paulo do Potengi, o grupo que representava o artesanato da nossa cidade, e que recebe representantes idosos de várias cidades circunvizinhas, não teve uma acolhida a altura da sua representatividade. A festa estava quase começando sem que nem mesas em quantidade existissem para acolher os artesãos/sãs. Foi fácil verificar a correria dos membros atrás de mesas e cadeiras para organizar as suas peças. Continua a máxima de que não somos administradores, mas neste caso a visão, a audição e a presença no acontecido não deixaram dúvidas.
