Silvério Alves

Silvério Alves

Cachorro não é mala: pet que morreu em voo passou mais de 7 horas confinado em compartimento de carga

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Donos de pets denunciam que o descaso com cuidados mínimos – como a presença de pessoas que possam prestar socorro aos bichos em caso de mal-estar durante o voo – tem contribuído para desfechos fatais. Em menos de um mês, dois cães morreram em aviões da companhia aérea Latam – em um deles, um american bully de 4 anos passou, segundo relato de seu dono, por pelo menos sete horas enclausurado, entre a chegada ao aeroporto com a antecedência solicitada pela empresa e e o voo, no porão da aeronave.

O engenheiro civil Giuliano Conte, de 29 anos, que perdeu o american bully no dia de seu aniversário, durante um voo pela Latam, ainda pensa se entrará com algum pedido de reparação judicial, que incluiria danos morais – pela perda afetiva envolvida – e materiais. Na Latam, para voos dentro do Brasil, o custo de transporte de um cachorro varia de R$500 a 900, dependendo do peso do pet. Isso para viajar no bagageiro, como foi o caso do animal de estimação de Conte.

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