O quanto a ‘falta’ de educação nos faz ‘falta’

Por Santo Tito

O Congresso aprovou o aumento do número de deputados federais de 513 para 531, gerando um custo anual de R$ 10 milhões e impactando as assembleias estaduais. O aumento de 18 deputados federais pode ter um impacto significativo nas Assembleias Legislativas dos estados. Isso resulta na criação de 30 novas vagas em diversos estados, o que pode acarretar um aumento de R$ 85 milhões nas despesas estaduais, considerando salários, cotas parlamentares e verbas de gabinete. Além disso, a mudança pode custar até R$ 140 milhões por ano aos cofres públicos, considerando o impacto direto na Câmara e o efeito cascata nas assembleias legislativas dos estados.
A criação das Emendas pix, motivo de uma tremenda celeuma sem fim entre Congresso e STF, algo que se pode chamar de uma enorme safadeza congressual, deu motivo para que o Senador Jorge kajuru desse uma entrevista escancarando a farra das Emendas Parlamentares, algo que nós, os eleitores institucionalmente despolitizados, ajudamos a criar quando votamos nos mesmos legisladores que não estão nem um pouco preocupados com o que acontece fora da Brasília deles.

Senado e Câmara derrubam o aumento do IOF, o único canal constitucional que restou para o governo fazer um balanceamento entre receita e despesa. Lembrar que pobre não paga IOF. Só quem pratica Operações Financeiras.

Depois que o orçamento foi sequestrado por parte do Parlamento Nacional, já se fala em nova forma administrativa para o país. O Semiparlamentarismo. Mais força para o Congresso Nacional se locupletar e aumentar a sua inserção no orçamento público continuando com a farra.

A ofensiva do Congresso Nacional se intensifica quando aprovam quatro propostas que limitam o poder da Suprema Corte e até permitem que o parlamento revise decisões dos ministros podendo chegar até um possível impeachment. Nesse contexto, especialmente quando figuras públicas são envolvidas em processos polêmicos como o impeachment de ministros do STF, esses movimentos podem intensificar a polarização. A ação é inédita, e o rito envolve uma série de etapas complexas e dependentes do Senado.

A se observar os movimentos sutis que estão por trás de todas essas atitudes messiânicas, cercadas de fervor ideológico, estamos diante de um tipo de ditadura silenciosa que não necessita de nenhum tipo de armamento bélico para a tomada do poder “legalmente”.

Sim! Aqui corre o boato sobre criação de um vale alimentação já inserido na pauta da presidência da Câmara para votação. Acreditamos ser mais uma invenção desses malfadados memes que inundam a mídias sociais, uma crítica gratuita com a única finalidade de desprestigiar nossos legisladores municipais.
Aqueles que conseguirem ler esse artigo com a visão crítica com a qual merece ser lido, vão ver o quanto a “falta” de educação nos faz “falta”.

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