
Foto: Reprodução/ilustrativa
Por Santo Tito
Outro dia repudiei uma portaria polêmica implementada pela Secretaria Estadual de Educação (SEEC/RN). A nova norma do “Regime de Aprovação em Progressão Parcial” (RAPP) determina que, a partir de 2026, alunos da rede pública estadual avancem para a série seguinte “mesmo sendo reprovados em até seis disciplinas no Ensino Médio (1º e 2º anos)”.
São treze as matérias. Reprovando em seis ainda vai para frente. “É mole?”
Mas o coitado deste colunista, mesmo com conhecimento comprovado de causa, parecia até desconhecer que a realidade de uma boa EDUCAÇÃO para o desenvolvimento socioeconômico pertence a poucos países, tais como: a Coreia do Sul, Vetnã e Botswana, que superaram a estagnação econômica, e os quais são exemplos notáveis de decolagem econômica.
Cada um, a seu modo, ultrapassaram esta estagnação superando armadilhas institucionais e apostando em políticas de longo prazo voltadas à “EDUCAÇÃO”, infraestrutura, abertura comercial e estabilidade.
Nós aqui somos os reis do futebol e do samba, exatamente aqueles que não precisam do muito que a cartilha possa nos ensinar para superar o subdesenvolvimento.
Coreia do Sul: Investiu em indústria e “CAPITAL HUMANO”, superando a Argentina em mais de quatro vezes.
Vietnã: Multiplicou por dez o seu PIB per capita desde os anos 1990, graças ao Đổi Mới (Renovação ou Inovação). É o nome dado ao processo de reformas econômicas do Vietnã desde o final de 1986 com o objetivo de criar uma “economia de mercado orientada para o socialismo”..
Botswana: Aproveitou suas reservas de diamantes para financiar infraestrutura, diversificação econômica e EDUCAÇÃO.
Esses países demonstram que crescimento sustentável não se dá por acaso, mas é o resultado de escolhas políticas, estruturação de boas instituições e capacidade de uma sociedade em produzir mais com menos.
Aqui basta um bom verniz na aparência e estamos apresentados. Todas as portas se abrem o suficiente para que a exploração, o suborno e outros itens deste mesmo naipe tomem assento e liguem o botão da festa da corrupção.
Ali nos EUA o menino que lá está brincando de presidente baixou a taxa de imposto para os mais ricos, suspendeu assistencia social a uma boa parte de ex-combatentes e DIMINUIU RECURSOS DAS UNIVERSIDADES, entre “otras cocitas mas”. E esse Imperador que quer dominar o mundo é o nosso Rei. O mesmo que anda criando taxas de importação a torto e direito.
E aqui?!…Bem…Ai a gente tem que conversar com o Congresso Nacional e perguntar se eles têm algum recurso passível de serem disponibilizados. Muito embora saibamos das dificuldades financeiras daquela Instituição para o ano em curso, véspera das eleições, e as do ano de 2026, ano das eleições.
Então……!?
