Bolsonaro, Lula, Ciro e Doria já avaliam perfis para vice em 2022; veja preferências de cada um

No ano que antecede a eleição, os presidenciáveis ​​já sonham com o vice ideal para seus chapas. Não são necessariamente nomes, mas perfis com características que buscam, essencialmente, preencher as lacunas dos candidatos. E, ao mesmo tempo, evitar que, em caso de sucesso nas urnas, o escolhido se torne um incômodo, assim como Michel Temer tornou-se para Dilma Roussef. Ou mesmo como Hamilton Mourão foi sido para Jair Bolsonaro – ambos passaram a viver uma “guerra fria” após um assessor do vice, em mensagem que acabou vazando, sugerir o impeachment do presidente.

Por essa razão, Bolsonaro, que ainda não definiu seu próprio partido, já tem uma certeza: não quer manter Mourão, do PRTB, como candidato a vice em 2022. Além de desconfiar dos movimentos do general, o presidente quer garantir o privilégio da indicação a uma legenda que tenha um generoso fundo partidário e tempo de televisão – siglas como PSL, PL, PP e Republicanos.

A expectativa é que, se integrar a chapa, o PSL, segundo maior partido da Câmara dos Deputados, tenha direito de indicar o vice. O perfil, então, a partir de um nome consensual entre Bolsonaro e o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar.

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