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Liturgia Diária: Livre-arbítrio e discernimento

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Texto retirado da página Papista, no Facebook

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Reflexão sobre a Liturgia: quinta-feira da décima quarta semana do Tempo Comum – Ano A

Os 11,1-4.8c-9

Salmo 80(79)

Mt 10,7-15

A Liturgia de hoje nos fala sobre as nossas escolhas e a misericórdia de Deus. 

Na primeira leitura, o profeta Oséias transmite a frustração de Deus com Seus filhos do Reino do Norte. A mensagem, como sempre, é em termos familiares. Efraim, o Reino do Norte, é também filho de Deus. A ele foram dadas todas as chances, mas eles escolheram o mau caminho. 

Deus não paga o mal com o mal. Ele permite que nossos pecados nos alcancem. Sua justiça, diz o Senhor, não é a nossa justiça. Depois de tantos avisos, castigos, sinais, Ele não precisa mais fazer nada. Nossos erros serão o nosso destino. O Reino do Norte chegou ao ponto de sacrificar crianças aos ídolos, como os idólatras ensinaram. O que mais Deus precisa fazer? Sua justiça é perfeita e chegaria sem demora.

Cantamos um Salmo de lamento e clamor a Deus. Nós constantemente nos desviamos e precisamos voltar a Ele com humildade e abertos à conversão. Nada podemos fazer sem a Sua face. Imploremos ao Pai misericordioso pela força de voltar ao bom caminho. 

O Evangelho de hoje nos mostra que o Senhor nos dá a força para lutar contra o mal. Só precisamos aceitar o convite para fazer parte da Sua família. Entretanto, Deus nos ama tanto que nos dá o livre-arbítrio. Temos que escolher amá-Lo para que seja uma conversão verdadeira.

Se virarmos as costas ao Senhor, Ele não devolverá nosso mal com o mal. Ele sacodirá a poeira e nossos pecados serão o nosso castigo. No dia do juízo, o Senhor só precisará apontar nossas escolhas. Nos esforcemos para discernir melhor e escolher o amor de Deus. Ele fará maravilhas em nós!

Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

um Papista

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