Governo do Estado decreta cortes de R$ 686,9 milhões que atingem os três poderes

Uma frustração na receita já consolidada no primeiro semestre em R$ 183,8 milhões e que pode chegar até o final do ano a R$ 559,6 milhões, segundo estimativas do Governo, foi a justificativa  para “reprogramar” o orçamento do Estado e reduzir a previsão de repasses ao Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Ministério Público e TCE. Também foi redefinido o orçamento do Executivo.  Os cortes somam R$ 686,9  milhões.  A “mexida” nas finanças  se deu por intermédio de decreto da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). A diminuição dos repasses cabíveis tinha sido tratada em reuniões do secretário de Planejamento, Obery Rodrigues, com representantes dos poderes Judiciário, Legislativo e do MP. O Governo tentava, sem sucesso, convencê-los da necessidade de readequação, para menos, dos valores inicialmente programados para cada um ao longo do ano. No fim de semana, os cortes foram definidos por decreto.


Obery Rodrigues assinou o decreto com os ajustes no orçamento
Obery Rodrigues assinou o decreto com ajustes no orçamento


O Governo optou por reprogramar o orçamento com o decreto publicado no sábado (26). O Diário Oficial do Estado trouxe a redução de 10,5% nas projeções para transferências financeiras.

Ao reordenar as finanças do Estado, o Executivo deixou claro que  dividirá com os demais  poderes a frustração  nas receitas. O texto assinado pela governadora Rosalba Ciarlini  e pelo secretário Obery Rodrigues informou uma queda de 6,33% na comparação do que estava previsto e o que foi arrecadado com o Imposto de Mercadorias e Circulação de Serviços (ICMS); e de R$ 7,05% nos valores projetados para o Fundo de Participação dos Estados (FPE). 


Fonte: TN online

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