Admin

Admin

Especial: Fim do auxílio emergencial pode deixar 63 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email

Arroz, feijão, farinha, macarrão: alimentos básicos e fundamentais na  mesa de qualquer brasileiro. Mas com o fim do auxílio emergencial, o país var ter milhões de pessoas cruzando a linha da pobreza extrema. Como ficam as famílias que nõ vão ter dinheiro nem para comer? Quais são as saídas?

Criado no  começo da pandemia, o auxílio permitiu que a parte mais frágil da população se protegesse da Covid-19, respeitando medidas de isolamento. De abrial a setembro, o pagamento foi de R$ 600 a R$ 1.200 no caso das mães que criam filhos sozinhas. A partir de outubro, caiu pela metade.

O benefício chegou a quase 68 milhões de pessoas. Na última quinta-feira, foram liberados os últimos pagamentos.

A estimativa é que o fim do auxílio vai deixar pelo menos 63 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza e 20 milhões de pessoas abaixo da  linha da pobreza extrema. São brasileiros que não sabem mais como vão pagar as contas  e colocar comida na mesa enquanto a pandemia segue com número alto de mortes e de novos casos.

O fim do auxílio esquentou o debate sobre uma possível extensão do benefício. Economistas  se preocupam com o impacto fiscal, já que o  endividamento público chegou ao maior nível da história em dezembro, alcançando quase 90% do PIB, e o problema é que o aumento do gasto público pode agravar a crise econômica gerando mais desemprego e inflação.

Mesmo assim, existem várias propostas para custear o alívio dos mais necessitados.

Com  Informações do Fantástico e do G1

Do Blog. Sabemos que o referido problema é bastante sério, pois são milhões  de pessoas sem ter  como pagar suas contas e sem ter o que comer.  Cabe aos governantes brasileiros, principalmente o Governo Federal, discutir o mais rápido possível com os Poderes constituídos  e com a sociedade organizada, soluções urgentes e concretas para  tão grave problema, que já está afligindo 63 milhões de brasileiros.

Categorias