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Da Raposa Política: “A mão que afaga é a mesma que apedreja, a boca que beija é a mesma que escarra”.

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A Raposa Política, depois de uma grande mergulhada, segundo a própria, para se proteger do coronavírus, pois pertence ao grupo de risco,  foi vista hoje logo cedo, no Barraco do Régio, centro de nossa cidade, saboreando um cuscuz com guisado, acompanhado de café com leite,  citando um verso do poeta Augusto dos Anjos, pra quem quisesse ouvir: “A mão que afaga é a mesma que apedreja, a boca que beija é a mesma que escarra”. 

Fo aí que um curioso que também tomava café, perguntou: “Raposa, o que você está querendo dizer com esse verso tão real e tão atual”? 

O terror dos terreiros de bate pronto, respondeu: ” Olhe bem ao seu redor e observe bem que você vai entender o que eu quis dizer”.

Antes que alguém perguntasse mais alguma coisa, a devoradora de galinhas e de preás, pagou a conta e entrou no bamburrá, faceira, faceira.

Viixxxeee!!!

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