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Associação Médica do RN apresenta estudos indicando que o uso da Ivermectina reduz em 78% o risco de morte por Covid-19

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A Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) voltou a defender
nesta terça-feira (09) o uso da Ivermectina no tratamento profilático e
precoce contra a Covid-19. A entidade apresentou o resultado de diversos
estudos que referendam a medida. De acordo com os números apresentados,
265 cientistas estão trabalhando em 37 ensaios clínicos utilizando o
fármaco.


Ao todo, 10.509 pacientes participaram desses cenários, que apontaram
benefícios e comprovaram a eficiência da droga, reduzindo em 78% o
risco de morte nos grupos que utilizaram o medicamento. Os trabalhos que
são revisados, atualizados e divulgados diariamente, podem ser
acompanhados pelo site: www.c19study.com.


O debate realizado no auditório da AMRN contou a participação de Iara
Marques (Infectologista); Marcelo Cascudo (Cirurgião Cardiovascular e
Presidente da AMRN); Marcos Leão (Hematologista); Fernando Suassuna
(Infectologista); Geraldo Ferreira (Presidente Sinmed); Roberta Lacerda
(Infectologista); e Luiz Alberto Marinho (Infectologista).


“Os estudos ajudam a clarear e comprovam aquilo o que nós estamos
vendo diariamente, mostrando a eficácia da Ivermectina no tratamento da
doença, evitando mortes, a evolução para estágios mais graves,
internamentos e, principalmente, mortes. É fundamental que a comunidade
médica se una, aprofunde e conheça esses estudos para que mais vidas
possam ser salvas”, destacou o médico infectologista Fernando Suassuna.


A infectologista Roberta Lacerda destacou ainda que os estudos
envolvendo a Ivermectina seguirão e serão ampliados. “As Universidades
de Oxford e Liverpool empreenderão um ensaio clínico randomizado não
para saber se a Ivermectina é eficaz. Isso já se sabe. Esse trabalho
servirá para apontar qual a dose e a frequência do uso da droga, mas ela
mostrou benefícios comprovado na fase inicial, fase inflamatória e na
fase grave com internação e necessidade do uso de ventilação mecânica.
De posse desses estudos, será possível empreendermos uma verdadeira
modificação nas políticas de saúde do mundo todo”, destacou ela.

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