Bolsonaristas radicais destroem relógio de mais de 200 anos e provam o que eu disse: não são conservadores

Por Silvério Alves Filho

Ontem, 08, expliquei o motivo pelo qual os bolsonaristas que depredaram Brasília não eram conservadores. Fiz análise utilizando do pensamento do filósofo Sir Roger Scruton, um dos pensadores conservadores mais respeitados pelo Ocidente nas últimas décadas.

Scruton chegou a resumir o conservadorismo como a compreensão de que as coisas belas são dificilmente criadas, mas facilmente destruídas.

Ontem, os bolsonaristas distruíram parte da nossa história: obras de arte de importânca nacional e internacional, símbolos da república e até do império, como um relógio de mais de 200 anos, que pertenceu a Dom João VI, pai do Imperador Dom Pedro I.

Nada que represente mais o anti-conservadorismo do que a destruição de obras históricas, especialmente as que carregam simbolismos políticos.

“Ah, mas não sabiam o caráter histórico das obras destruídas”, pode argumentar algum “passador de pano”.

Pior ainda. Além de bárbaros, eram ignorantes, que não conheciam a história política do país, apenas “as sombras” do que seja o Brasil.

Podiam ser tudo, menos conservadores.

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