Há sete anos o poeta Hugo Tavares partia para a Eternidade

No dia 1º de julho de 2015, o poeta, escritor, cantor, Expeditiano, defensor ferrenho das causas sociais e dos menos favorecidos, sem vez e sem voz, Hugo Tavares Dutra partia para Casa do Pai Eterno, nos deixando uma imensa saudade e uma grande lacuna, pois ele lutava cotidianamente com todas as suas forças, pela construção de um mundo mais justo e solidário.

Num dos seus versos ele escreveu: “Meu sotaque é soberano, meu sotaque é de pedra e pó”. Em outro belo verso, em homenagem ao nosso Potengi, que ele amava tanto escreveu: “Um rio cheio nos levando, um mato verde feito mar, um céu azul um sol beleza, cheiro de fulô no ar, uma vidinha sossegada, um ranchinho pra cuidar, uma cachaça com caju, um forrozin pra nós dançar. Longe de tudo, dos grandes centro dos mocimento das capitá, corpo ao relento, sem juramento, não sou nem gente mais vivo em paz”.

No seu túmulo, onde o poeta cidadão está sepultado está escrito: ” Luto diuturnamente pelos oprimidos, independente do governante de plantão”.

Lá de cima, ao lado de Monsenhor Expedito, seu amigo e parceiro de lutas, Hugo está intercedendo ao Pai Eterno para que possamos continuar a luta cidadã de ambos, em prol de um mundo novo.

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