
A Raposa, que havia dado um mergulho na suas observações práticas, admirada com a euforia precoce de determinadas pessoas e com os últimos acontecimentos da terrinha. Observando a contrição dos fiéis católicos na procissão de Corpus Christi na tarde de ontem em nossa cidade, citando a sabedoria popular, voltou a emitir a sua opinião pra quem quisesse ouvir: “O risco que corre o pau, corre o machado. A Política é como uma nuvem: muda a cada instante. quem ri por último ri melhor. Opinar, mentir, caluniar, se dizer que é ético, correto, paladino da verdade… usando a sombra do anonimato é, no mínimo, uma atitude ridícula.”. Vixe…

A raposa, com sempre, atirando na cabeça…