
Porque hoje é domingo, e estamos em tempo de festejos juninos, gostaríamos de compartilhar com nossos leitores a beleza e a sensibilidade do poeta cearense Patativa do Assaré, o gênio semi-analfabeto.
Patativa só passou seis meses na escola, mas discutia com maestria sobre a arte de versejar. Suas poesias eram voltadas para o cotidiano, a natureza, a própria poesia… Sobre sua linguagem simples nos poemas, dizia, inteligentemente: “É melhor escrever errado o que é certo, do que escrever certo o que é errado”.
Vaqueiro (trecho)
| Eu venho dêrne menino, Dêrne munto pequenino, Cumprindo o belo destino Que me deu Nosso Senhô. Eu nasci pra sê vaquêro, Sou o mais feliz brasilêro, Eu não invejo dinhêro, Nem diproma de dotô. Sei que o dotô tem riquêza, Da minha vida eu me orgúio, |

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Att.
Jackson Duarte