Por Nelson Lopes, filho de Vavá
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| Nelson, filho mais velho de Vavá |
Painho como primogênito e como vaqueiro amador do esporte de vaquejada, presto-lhe minha humilde homenagem dentro das grandezas de suas ações deixadas aqui na terra .
Presente ao velório assisti e ouvi expressivos depoimentos, explanações, matérias por vários seguimentos da sociedade, redes sociais, imprensa falada e escrita, classe política, agricultores, pecuaristas, amigos de todas as partes e familiares, enfim o povo em geral. O senhor será incluso na galeria dos políticos que levou a causa pública com responsabilidade, desprendimento e honestidade sendo sensível até para com os animais, agindo sempre no coletivo, fortalecendo e ao mesmo tempo aprimorando a sustentabilidade.
Cumpriu o seu dever a mais do que suas obrigações, seus dias de descanso muitas vezes trabalhou dobrado, um dos seus diferenciais, fez sua história como franciscano. Seu legado fortaleceu a cultura, educação, saúde, o agronegócio nas suas proporcionalidades e buscando o entretenimento.
O senhor não é só um ícone como um exemplo de homem público foi também um pilar de sustentação das boas causas. Gestor do município de Barcelona por 3 vezes e servidor público do departamento de classificação, onde também fez história (Natal-RN).
Encerro minhas palavras da seguinte forma : Egoismo, o famoso Goy, ficou para as vaquejadas do Brasil; Nelson Mandela para África do Sul e o mundo; Walter Lopes (Vavá), para Barcelona. Não se pode separar o sangue das veias nem as raízes das árvores então como podemos falar de Barcelona sem lembrar de Vavá? O filho ilustre, amigo, humilde e humano para com o seu povo. Contra fatos não há argumentos . Descanse em paz Painho, sua missão foi cumprida, Deus o tenha em um bom lugar, homem de Deus.
Nelson Lopes, da velha Cigana de guerra.

