Governo do RN recebe apoio do AM e do Ministério da Saúde para reabastecimento de oxigênio medicinal

 

A demanda por oxigênio medicinal em todo o país tem sido tão alta que os fornecedores não estão conseguindo cumprir contratos. Para buscar alternativas, o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), dialogou com a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Ministério Públicos (MPRN e MPT/RN), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Rio Grande do Norte (Cosems-RN) e Conselho Estadual de Saúde (CES) em reunião neste sábado (20).

Algumas medidas foram adotadas para solucionar o abastecimento: a Procuradoria Geral do Estado (PGE) ajuizou ação para que a White Martins, fornecedora contratada pelo estado, possa fornecer oxigênio também aos municípios; além disso, em reunião com Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), ficou encaminhado que o RN receberá 160 cilindros nos próximos dias, buscando ampliar esse número em seguida, além do envio de concentradores de oxigênio e a requisição de usinas.

Em contato com o Ministério da Saúde, na tarde deste sábado, a governadora Fátima Bezerra obteve a garantia do general Ubaldo que serão encaminhados 160 cilindros ao RN até a próxima quarta-feira (24).

A chefe do Executivo Estadual anunciou, ainda durante a reunião, a previsão da chegada de 85 concentradores de oxigênio neste domingo (21) para auxiliar o atendimento de pacientes com Covid-19. Esses equipamentos serão doados pelo Governo do Amazonas, em iniciativa denominada Operação Gratidão, que faz referência ao apoio recebido de outros estados durante o colapso do sistema de saúde.

“Importante ter essa pactuação junto com o Cosems para que os concentradores sejam enviados para aqueles municípios que mais precisam e a gente não perca os critérios. Quando conversei com o governador Wilson, o exemplo que citei logo foi Ceará-Mirim, como o que estava na situação mais crítica”, alertou a governadora, professora Fátima Bezerra, comunicando que a Anvisa está acompanhando as fabricantes e distribuidoras de oxigênio, que também se comprometeram em reduzir a produção do gás destinado à indústria para aumentar o produto medicinal. –BG – Foto Ilustrativa

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *