
Em seu discurso de posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso defendeu a construção “de pontes, e não de muros”. Afirmou que o STF, “como qualquer instituição em uma democracia, está sujeito à crítica pública”, mas condenou o que chamou de “ataque destrutivo às instituições”, que “já nos trouxe duas longas ditaduras na República. São feridas profundas na nossa história, que ninguém há de querer reabrir”.
E ainda acrescentou: ” A educação, mais que tudo, não pode ser capturada pela mediocridade, pela grosseria e por visões pré-iluministas do mundo. Precisamos armar o povo, com educação, cultura e ciência”.
