
Breve Catequese Católica
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Liturgia Dominical: Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum – Ano C
Leituras:
– Ecl 1,2;2,21-23
– Salmo 90(89)
– Cl 3,1-5.9-11
– Lc 12,13-21
Cristo é o fim da vaidade
Na Liturgia deste domingo, temos o grande alerta contra a vaidade, a mãe do orgulho e da queda humana. Graças a Deus, a Igreja também nos ensina a solução em Cristo.
Na primeira leitura, o Pregador (Eclesiastes) joga luz sobre as sombras do pecado. A vaidade, nos conta o Pregador, faz que o homem se dê muita importância. Tudo parece girar em volta de nós e esquecemos que o nosso afastamento do Senhor está na raiz de todos os problemas. Como disse Nosso Senhor Jesus Cristo, quem, se preocupando, pode adicionar um momento à sua vida (Mt 6,27)?
A resposta vem da súplica de Moisés no único Salmo de sua autoria. Nosso refúgio é o Senhor! Isso se cumpriria definitivamente em Cristo. Devemos entregar nossas vidas à bondade de Deus, e não à vaidade de acreditar apenas em nós mesmos.
No Evangelho de hoje, o Senhor nos ensina que a vida de preocupação material é sinal de vaidade, de depositar toda a nossa fé no aparente bem trazido pela prosperidade material. Isso não é uma condenação de uma boa e diferenciada remuneração pelo trabalho, mas pela atenção desmedida dada a si mesmo e ao acúmulo como a um falso deus.
Tudo isso, ensina São Paulo na segunda leitura, é depositar nossa fé nas coisas da terra, sendo que são as coisas dos Céus que nos salvam e dão vida eterna. Em outras palavras, se quisermos ter a riqueza nos Céus que aprendemos durante a semana, é preciso uma profunda conversão.
Viver a Palavra é deixar morrer em nós o homem ligado aos prazeres do mundo, e permitir que o Senhor faça nascer em nós o homem novo, voltado a Deus irmão de todos os homens, sem distinção. Todo o resto é vaidade.
Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,
um Papista
