A necessidade de implantação de políticas públicas voltadas para a convivência com a seca, tendo como base a garantia de abastecimento de água para a população urbana e rural, principalmente da região Seridó, a partir da conclusão das obras da barragem de Oiticica, e a recuperação da Passagem das Traíras, foram os temas que levaram a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte a realizar uma Audiência Pública, sobre as Obras Hídricas do Seridó, nesta sexta-feira (3) no auditório Mestre Galinho, em Jardim do Seridó, por proposição do deputado Francisco do PT.
De acordo com a justificativa do deputado propositor, é importante a criação de políticas de convivência com a seca e de abastecimento das populações urbanas e rurais que perpassam pelo Projeto Seridó, um conjunto de mais de 300 quilômetros de adutoras que integrarão os reservatórios já existentes na região, a fim de impulsionar o seu desenvolvimento socioeconômico.
O tema foi debatido por mais de três horas, por deputados, prefeitos e vereadores de municípios do Seridó e por autoridades ligadas ao setor de Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte. Ao final das exposições e discussões, o deputado Francisco anunciou que vão ser adotadas providências para acompanhar o andamento das obras.
“Estamos propondo à Frente Parlamentar das Águas para a gente fazer uma viagem de visitas a todas as obras hídricas que já foram iniciadas e não concluídas, com base no que foi discutido nesta audiência. Vamos ao Complexo Oiticica, à Passagem das Traíras e ao Projeto Seridó para que se tenha uma posição real de como estão esses trabalhos, se estão parados e qual a previsão para a conclusão”, afirmou Francisco.
Com informações do Blog do Wallace
Do Blog: Está mais do que na hora das lideranças políticas do Agreste, Potengi, Trairi, também se movimentarem junto À Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e ao Governo do Estado, na busca de soluções concretas em torno da Adutora Monsenhor Expedito, que abastece dezenas de municípios e comunidades rurais das três regiões. Adutora que está no seu limite, prejudicando milhares de pessoas com a falta do precioso líquido.
A Adutora do Agreste, que sendo construída (segundo informações o projeto já existe) desafogará a Adutora Monsenhor Expedito, tirando 12 municípios dela passando a ser abastecidos pela Adutora do Agreste, aliviaria muito a questão da falta d’ água.
Repetimos, está mais do que na hora de se unir forças na busca de uma solução para tão grave problema. Vamos seguir o exemplo do Seridó.
