
Breve Catequese Católica
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Reflexão sobre a Liturgia: Segunda-feira da décima oitava semana do Tempo Comum – Ano C
Nm 11,4-15
Salmo 81(80)
Mt 14,13-21
A Liturgia de hoje nos mostra claramente a História da Salvação como uma pergunta que esperava a resposta em Cristo.
Na primeira leitura, o povo volta a reclamar. O nosso afastamento do Senhor é a causa de todos os nossos males. Quando não temos pão, reclamamos. Quando ganhamos pão, reclamamos que não tem carne. Quando nos queixamos da Igreja sem olhar para a nossa absoluta falta de santidade, os nossos pastores também desistirão.
Moisés ‘joga a toalha’ e desabafa sobre a sua situação de mediador. Esse é um fardo que nenhum homem poderia suportar. Moisés aprende da maneira mais difícil. Ele é uma sombra de Cristo, o Novo Moisés, o Pão da Vida, que veio libertar o povo da escravidão do pecado, aquilo que nos dá uma fome que nada na terra sacia.
É o que cantamos no Salmo. Somos duros de coração e buscamos conforto nas coisas erradas. Nossa força é o Senhor e apenas a Ele deveríamos voltar a nossa fé.
O ato do Senhor é mais que simbólico. Embora simbolize o cumprimento messiânico e o saciar de pão o homem, também é o sua identificação com aquilo que realmente satisfaz, a Sua infinita misericórdia.
No fim das contas, temos fome de algo que só o Senhor pode saciar. Nada mais o faz. Apenas em Cristo seremos satisfeitos. É a fé no Senhor que nos alimenta ao dar sentido aos momentos bons e aos ruins. A multidão que foi alimentada somos todos nós que recebemos o Cristo Eucarístico. Esse é o alimento da fé.
Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,
um Papista
