Liturgia Diária: A universalidade do amor de Cristo

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Reflexão sobre a Liturgia: segunda-feira da quarta semana da Páscoa – Ano A

At 11,1-18

Salmo 42(41)

Jo 10,11-18

A Liturgia de hoje nos expõe uma verdade inescapável: todos têm sede de Deus. Jesus veio para que todos tenham vida. Nossa missão é proclamar a Verdade a todos. A Boa Nova que veio com o Sangue do Cordeiro.

Na primeira leitura, vemos o começo do processo da Igreja para separar o que era eterno do que era temporário, o que é doutrina e o que era prescrição para um momento específico, o que era do Espírito e o que era da carne. Ficam os Mandamentos, saem as prescrições legais temporárias.

Isso não viria sem estranheza, afinal, os primeiros cristãos eram judeus que viveram suas vidas conforme todas as prescrições legais da Antiga Aliança. Tal estranheza se tornaria resistência intransponível para alguns. Para outros, para os que se abriam à verdade e ao Espírito Santo, a universalidade da Palavra se revelava. O que começou na Antiga Aliança se tornou completo e perfeito em Cristo. Algo aberto a todos e eterno como os Mandamentos.

Essa lição de abertura ao Espírito é o que cantamos no Salmo. Nossas almas suspiram pelo Senhor. É preciso que não encontre resistência pelas coisas do mundo que tomam nossa alma de assalto. Nossa sede de Deus só será saciada se nos abrirmos ao Espírito Santo.

O que nos dá a garantia de que tudo isso é verdade é a vitória do Pastor Eterno. Ele que se fez Cordeiro para se sacrificar por Suas ovelhas é o sinal da vitória sobre as coisas do mundo e as hordas demoníacas e sua filha, a morte. Esse ato não é para um ou para outro. É para todos!

O Sacrifício Pascal é o sinal do amor absoluto, aberto a todos e sem limites. Basta que deixemos tudo de lado e o sigamos. Para isso, como veremos amanhã, é preciso admitir que a voz do Senhor é a voz do Pastor. Ele chama a todos. Respondamos sem demora.

Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

um Papista

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