O presidente da OAS, Elmar Varjão, e o membro do conselho de administração do Grupo Galvão, Mário Queiroz Galvão, estão entre os quatro executivos presos temporariamente pela Operação Vidas Secas da Polícia Federal que apura as suspeitas de desvio de 200 milhões de reais em dois lotes da transposição do Rio São Francisco. As duas empreiteiras fazem parte de um consórcio que fraudou contratos para os doleiros Albert Youssef e Adir Assad, já condenados na Lava Jato.
Tribuna do Norte
