Brasil registra 99 mortes por coronavírus em 24 horas; casos oficiais vão a 22.169

Enterro de vítima da covid-19, doença causada pelo coronavírus, em cemitério de Manaus - EDMAR BARROS/ESTADÃO CONTEÚDO

Sepultamento de uma vítima do coronavírus num cemitério em Manaus

O Ministério da Saúde anunciou no final da tarde deste domingo (12), que subiu para 1.223 o número de mortes registradas pelo coronavírus no Brasil. 99 óbitos confirmados nas últimas 24 horas. Até ontem (sábado) eram  1.124 mortes.

No total, são 22.169 casos registrados até agora. Aumento de 1442 diagnósticos em um único dia, segundo o  Ministério.

UOL – Foto: Edmar Barros/Estadão Conteúdo

Criança de 1 ano e sete meses morre por Covid-19 no RN e número de mortes sobe para 15

Imagens do coronavírus — Foto: Getty Images via BBC

Secretaria de Saúde de Cerro Corá, no Seridó potiguar, confirmou neste sábado (11) a primeira morte causada pela Covid-19 no município. A vítima era uma criança de um ano e sete meses. Agora são 15 os óbitos causados pelo coronavírus no Rio Grande do Norte.

A confirmação foi anunciada pela secretaria após o laudo da vítima apresentar resultado positivo para o novo coronavírus. O exame foi emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte Dr. Almino Fernandes (Lacen-RN).

A criança estava internada no Hospital Maria Alice Fernandes, em Natal.

Os dados mais recentes da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) informam que o RN possui 289 casos confirmados da doença. Suspeitos são 2.881 e descartados 1.146. Ainda segundo a Sesap, 9 óbitos ainda estão em investigação.

Mortes

Até o momento, as mortes registradas aconteceram nos seguintes municípios:

  • Mossoró: 6 óbitos
  • Natal: 4 óbitos
  • São Gonçalo do Amarante: 1 óbito
  • Taipu: 1 óbito
  • Tenente Ananias: 1 óbito
  • Apodi: 1 óbito
  • Cerro Corá: 1 óbito
  • Total: 15 óbitos

Agora RN

Liturgia do Domingo de Páscoa: Ele vive! Aleluia! Aleluia!

Texto retirado da Página Papista no Facebook

https://www.facebook.com/umpapista/

Leituras:

– At 10,34.37-43

– Salmo 118(117)

– Cl 3,1-4

– Jo 20,1-9

 Tudo se cumpriu! Cristo prometeu o sinal de Jonas como o único sinal que Ele daria em definitivo (Mt 12,39-41). Depois de três dias, Ele sairia das entranhas sombrias da morte. Essa é a grande prefiguração do Cristo ressuscitado. Sabendo disso, afirma o Senhor, temos uma escolha. Ver e acreditar, ou ignorar e perecer. Até os inimigos de Israel se converteram com a pregação depois do milagre de Jonas. Qual é a nossa desculpa para não seguir o Senhor até o fim?

 Na primeira leitura, temos um resumo da nossa fé no discurso de São Pedro, o primeiro papa. É tanto um resumo como uma ordem de serviço. Quem entendeu tudo o que aconteceu, ainda que apenas depois de ver para crer na ressurreição, tem a obrigação de viver o Evangelho para pregá-lo com dignidade. Esse é o chamamento cristão. 

 Não há momento mais feliz na vida do cristão do que a Páscoa do Senhor. Tudo se cumpriu e todas as promessas estão garantidas pelo Sacrifício e a Ressurreição. Por isso, cantamos um Salmo de alegria e exultação no Senhor. Não há mais dúvidas! A Glória de Deus está próxima para quem O ama e vive o Seu Evangelho. Sua misericórdia é infinita e Suas promessas foram cumpridas.  

 Na segunda leitura, bem ao seu estilo, São Paulo nos explica a mensagem do Evangelho de hoje. Se tudo o que Cristo disse se cumpriu; se o Senhor ressuscitou dos mortos; se as portas dos Céus foram abertas; o que significa para nós, espiritualmente, o túmulo vazio e a Ressurreição? 

 Ressuscitamos com Cristo, diz o apóstolo! O túmulo das nossas vidas até aqui está vazio. Fomos convocados para a missão e precisamos deixar tudo para trás. Daqui para frente, somos homens ressuscitados para Cristo, Ele que faz tudo novo (Ap 21,5). Nossos olhos estão na eternidade, pois vivemos para estar ao Seu lado com o Pai do Céu. 

 O Evangelho de hoje é o cumprimento messiânico. Desanimados com a morte do Senhor, os apóstolos viram e acreditaram que o seu mestre, o Messias prometido por Deus, havia ressuscitado. Tudo havia sido avisado por Deus nas Escrituras; tudo havia sido dito por Cristo; milagres haviam sido feitos; mas somos pecadores e precisamos sempre ser erguidos e sacudidos para acordar do sono do pecado e acreditar. 

 Essa mudança é uma nova conversão diária. Mudar, ou melhor se converter de novo, foi exatamente o que aconteceu com os apóstolos depois disso. Ao contrário da liturgia da Sexta-feira Santa, a Liturgia deste Domingo Pascal é mais do que apenas uma celebração pelo Senhor ressuscitado, pois tal fato é tanto motivo de festa como a convocação para a missão.

 Tudo se cumpriu. Nossas vidas são antes e depois deste domingo. Que possamos abraçar o Cristo ressuscitado entregando inteiramente a Ele nossas novas vidas. Hoje começa a nossa missão!

 Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

 um Papista

Papa Francisco pede união para enfrentar a pandemia na Missa do Domingo de Páscoa

Papa Francisco celebrou missa do Domingo de Páscoa, com as portas da Basílica de São Pedro, no Vaticano, fechadas  — Foto: Andreas Solaro / AFP

O Papa Francisco celebrou neste domingo, 12 de abril, a Missa de Páscoa, com a tradicional benção “Urbi et Orbi” (à cidade de Roma e ao Mundo) sem a presença de fiéis na Basílica de  São Pedro, no Vaticano, por causa da pandemia do Covid-19. Na Celebração que foi transmitida pela internet, ele pediu união para enfrentar o coronavírus.

“Este não é tempo para indiferença, porque  o mundo inteiro está sofrendo e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia”, disse o pontífice.

O Papa Francisco fez um apelo para que não faltem os bens de primeira necessidade aos que vivem nas periferias, aos desempregados, aos refugiados e aos desabrigados. O Santo Padre pediu ainda a redução das sanções internacionais, que impedem países de proporcionar apoio adequado aos seus cidadão.

“Este não é o tempo para egoísmos, pois o desafio que enfrentamos nos une a todos e não faz distinção de pessoas”, disse Francisco.

G1 – Foto: Andreas Solaro – AFP

O aniversário de Monyse de Farias

Quem está mudando de idade deste domingo, 12 de abril, é a jovem Monyse de Farias Santos, filha do casal amigo, Wilson do Táxi e Damiana.

A aniversariante, parabéns e tudo de bom.

Covid-19: nota do advogado-geral da União aponta para batalha no STF entre Bolsonaro e governadores

Mario Sabino volta para a Veja, mas na Europa

Por Mário Sabino

Está claro que o advogado-geral da União, André Mendonça, sentiu-se impelido pelo chefe, Jair Bolsonaro, a manifestar-se, sem citar nomes, sobre a possibilidade de João Doria vir a decretar o confinamento no estado de São Paulo, na próxima semana. O governador de São Paulo aventou essa hipótese dias atrás, visto que a quarentena não está dando o resultado esperado — menos da metade da população do estado ficou realmente em casa, quando é necessário que ao menos 70% permaneça em isolamento social, para evitar a disseminação do coronavírus que causa a Covid-19.

Como publicamos, a nota de Mendonça diz que  “como Advogado-Geral da União, defendo que qualquer medida deve ser respaldada na Constituição e capaz de garantir a ordem e a paz social. Medidas isoladas, prisões de cidadãos e restrições não fundamentadas em normas técnicas emitidas pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa abrem caminho para o abuso e o arbítrio. Por fim, medidas de restrição devem ter fins preventivos e educativos – não repressivos, autoritários ou arbitrários.”

A nota casa-se bem com o discurso de Bolsonaro. Ele se escuda no seu direito constitucional de ir e vir, é ele mesmo quem diz, para dar mau exemplo aos cidadãos, como se a Covid-19 fosse um resfriadinho, uma gripezinha. O presidente vai para a rua e estimula aglomerações, como se viu hoje em Goiás, e partidários seus fazem o mesmo — neste sábado, eles interromperam o trânsito na Avenida Paulista, para gritar que “o coronavírus não existe” e “fora Doria”. Bolsonaro e os seus sequazes criam, assim, um caldo político para que medidas restritivas tomadas por governadores, especialmente o de São Paulo, sejam vistas como ameaça, não apenas à economia, mas à democracia e às suas liberdades fundamentais. Tal é a intenção do presidente com as suas saidinhas, obviamente.

A menos que se considere Austrália, Nova Zelândia, Itália, França, Reino Unido e Estados Unidos países com regimes autoritários, é uma besteira imaginar que a democracia está ameaçada pela decretação de um confinamento que visa a preservar não apenas a vida de cada indivíduo, mas as de todos os cidadãos, em meio à calamidade pública decretada, aliás, pelo governo federal. Se a calamidade pública permite ao presidente fazer um “orçamento de guerra”, e contornar desse modo a Lei de Responsabilidade Fiscal, é evidente que também consente restringir a locomoção das pessoas na medida necessária a impedir que a epidemia se expanda para além da capacidade de atendimento do sistema de saúde. Guerra é guerra.

A estratégia de dar contornos autoritários à decretação de um confinamento em São Paulo ou qualquer outro estado brasileiro irá parar no STF, como aponta a nota do advogado-geral da União — e, no Supremo Tribunal Federal, essa estratégia não vingará, ao que tudo indica. Ministros já se manifestaram verbalmente sobre o fato de que se pode, sim, tomar medidas restritivas mais duras em prol do bem comum. E Alexandre de Moraes, na semana passada, concedeu parcialmente uma liminar na qual afirma que não compete ao Executivo anular unilateralmente as decisões dos governos estaduais que determinem restrição de atividades e circulação de pessoas no contexto da pandemia. Antes de Moraes, Marco Aurélio Mello,  sem que isso fira a Constituição Federal. Proteger a saúde das pessoas e da sociedade vai ao encontro de premissas constitucionais. Se há calamidade pública nacional, por óbvio há calamidades públicas estaduais e municipais. 

A semana que entra deverá marcar o início da batalha jurídica no STF, no caso de um governador vir a determinar o confinamento — batalha na qual está em jogo a vida de milhares de brasileiros. Os interesses políticos não podem prevalecer num momento como este, que deveria ser de união de um país prestes a ser engolido pelo coronavírus. Nesta guerra, só há um grande inimigo, e a batalha é contra ele.

Mário Sabino é jornalista e escritor. Escreve para o Antagonista.

Brasil vai enviar aviões na próxima semana à China para trazer 240 milhões de máscaras

Foto: reprodução

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou que o Brasil vai enviar cerca de 20 aviões na próxima semana à China, para trazer ao País um total de 240 milhões de máscaras adquiridas no país asiático.

Com a medida, o governo brasileiro quer evitar problemas com retenção de suprimentos, como ocorreu a diversos países, que tiveram suas compras bloqueadas pelos Estados Unidos.

O Brasil também busca uma rota de voo que não passe pelo solo americano. Gabbardo já disse que três rotas são analisadas, mas se recusou a detalhar o assunto, sob o argumento de que é uma informação “reservada”. O secretário-executivo disse que o assunto tem sido tratado pelo Ministério da Infraestrutura e o Itamaraty.

O governo ainda tenta comprar respiradores mecânicos na China, apesar de ter dado início à produção nacional do equipamento. Há problemas também para a aquisição de testes da covid-19. Mais da metade dos 22,9 milhões de testes aguardados pelo governo não tem data de entrega prevista.

“Faremos dois envios de aeronaves na próxima semana até a China”, disse Gabbardo. “Devemos trazer cerca de 20 aviões lotados com máscaras.”

Estadão Conteúdo


Outras informações a qualquer momento.

Natal registra 4ª morte por coronavírus; número de óbitos no RN sobe para 14

A Secretaria de Saúde de Natal (SMS) confirmou neste sábado (11) a quarta morte causada pela Covid-19 na capital potiguar. O paciente, do sexo masculino, tinha 30 anos. Agora são 14 os óbitos causado pelo coronavírus no Rio Grande do Norte.

Com obesidade, o paciente morto neste sábado iniciou os sintomas no dia 4, buscando atendimento no dia 7, na UPA Potengi, na Zona Norte da cidade, onde foi identificado como suspeito.

Devido ao quadro clínico dele, foi regulado no mesmo dia ao Hospital Giselda Trigueiro, onde permaneceu internado.

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) informou que o RN possui 289 casos confirmados da doença. Suspeitos são 2.881 e descartados 1.146.Ainda segundo a Sesap, 9 óbitos ainda estão em investigação.

Mortes

Até o momento, as mortes registradas aconteceram nos seguintes municípios:

  • Mossoró: 6 óbitos
  • Natal: 4 óbitos
  • São Gonçalo do Amarante: 1 óbito
  • Taipu: 1 óbito
  • Tenente Ananias: 1 óbito
  • Apodi: 1 óbito
  • Total: 14 óbitos

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