A agonia de Jesus

Noite de lua cheia, as sombras das oliveiras milenares derramavam-se pelo chão. Jesus dirige-se com os seus discípulos até este jardim, chamado Getsêmani, após ter celebrado com eles a páscoa judaica, e instituído a Eucaristia. Ao chegar, diz: “Sentai-vos aqui, enquanto vou orar.” Em seguida, toma Pedro, Tiago e João, e afasta-se um pouco. Neste momento inicia-se toda a agonia de um Deus feito homem, que se revela nas palavras do evangelista: “e começou a ter pavor e a angustiar-se.”

 Pavor é um medo incontrolável. A palavra derivada que nos dá o sentido autêntico deste sentimento é o verbo apavorar-se. Jesus estava apavorado com a realidade que teria de enfrentar por vontade do Pai e escolha sua. Se o pavor em si desequilibra e transtorna, imagine acompanhado da angústia. A alma de Jesus encontrava-se apavorada e transtornada, angustiada diante dos acontecimentos pelos quais haveria de passar.

“Disse-lhes: A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai.” A tristeza que vai minando a alma e o espírito por dentro. Uma tristeza atroz que corrói o coração. Somente quem passa pelo vale escuro da depressão entende um pouquinho só a tristeza mortal de Jesus. Tristeza em que a solidão apresenta-se revestida de medo, e onde os fantasmas povoam a mente e os sentimentos.

“Pai, afasta de mim este cálice!” Retira de mim esta dor e este sofrimento que me esmagam – diria Jesus em outras palavras. Existe algo mais humano do que a dor? Existe expressão maior de humanidade do que o sofrimento? Apavorado e desesperançado é esta a oração proferida pelo Senhor. Mas logo cai em si. A vontade não é sua, pertence ao Pai, e ele veio para cumpri-la. Por isso, como que num ato de arrependimento, pronuncia estas palavras: “Contudo, não se faça o que eu quero, senão o que tu queres.”

Duas vezes achega-se até os discípulos e os encontra dormindo. Exorta-os com amor e carinho. Na terceira vez uma ordem sem retorno brota dos seus lábios: “Levantai-vos e vamos!” Era chegada a hora. A partir daquele momento e na certeza da presença constante do Pai ao seu lado, Jesus enfrenta as limitações de sua humanidade como Deus e Senhor. A cruz foi o sinal de sua grandeza, e a morte o sinal de sua vitória. “Mas Ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas.” (Isaías 53,5)

Texto de Paulo Ilarindo

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Brail passa de 1.000 mortes registradas por Covid-19; são 19.638 casos oficiais

Reprodução

O Ministério da Saúde anunciou na tarde desta sexta-feira (10), que subiu para 1.057 o número de mortes registradas pelo novo coronavírus no Brasil. 116 óbitos confirmados nas últimas 24 horas. Até ontem (quinta) eram 941 mortes.

No total,  são 19.638 casos oficiais no país até agora, aumento de 1.781 diagnósticos, em um único dia, segundo o Ministério.

UOL

Sexta-Feira Santa: Dia de lembrar que não existe Cristianismo sem Cruz e que a maior vitória é a salvação eterna

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Breve Catequese Católica

Por José Ibiapina


Nesta Sexta-Feira Santa, mais do que nunca, recordamos a mensagem da Cruz de Cristo. Embora esteja presente desde os primórdios da Igreja, a mensagem da cruz hoje encontra-se fora de moda. Pregar a mensagem da Cruz, para alguns, pode ser considerado escândalo ou loucura, como era na época dos apóstolos (I Cor 1,23). Muitos consideram mais viável propor uma mensagem de vitórias e prosperidade: “Ore a Deus, e os teus inimigos serão esmagados” ou “Ore a Deus, e sua vitória chegará”. Tal mensagem é perigosa, pois se pauta, basicamente, em passagens do Antigo Testamento, escritas num contexto em que o então povo de Deus travava batalhas contra nações pagãs. É preciso saber que o Antigo Testamento é apenas sombra do Novo. O Novo Testamento, sim, com a vinda do Filho de Deus, traz a plenitude da Boa-Nova, cumprindo e aperfeiçoando a mensagem da Antiga Aliança. Jesus e, por consequência, o Novo Testamento, é que deve ser a chave interpretativa para o Antigo.

Dito isto, algumas passagens que prometiam a “vitória” no Antigo Testamento perderam um pouco o sentido, uma vez que, na Nova Aliança, o contexto muda: nosso maior inimigo não são as nações pagãs, mas o pecado, que pode nos privar da Salvação. Nossa maior benção não são as vitórias materiais, mas a vitória já conquistada por Cristo contra a morte. 

É preciso saber que Jesus não nos prometeu conquistas físicas ou materiais; ao contrário, nos alertou que no mundo teríamos aflições (Jo 16,36). É preciso saber que ele nos ama, e tal amor é representado em sua plenitude na Cruz de Cristo, que nos permite a salvação. Ele nos ama, e por isso nos alerta que as vitórias e as bençãos espirituais são maiores do que as bençãos físicas ou materiais. Prova disso é que quase todos os apóstolos foram torturados e mortos violentamente, o que evidentemente teve a permissão divina. Quem ousaria dizer que, mesmo assim, eles não eram abençoados e queridos por Deus?

Com efeito, não há amor maior do que dar a vida por outra pessoa (Jo 15:13) e, pela própria morte, permitir a salvação a um pecador que não a merece. Por isso, se Deus não te der nada; se permitir que você sofra; se permitir que aqui na vida terrena você seja esbofeteado por um mensageiro de Satanás, como o foi São Paulo (2 Cor 12-07)… Ainda assim você poderá ter tudo, pela fé e pela graça. Pois a Graça Dele te basta, e o maior livramento ele já te deu: a possibilidade de salvar-se. E esta salvação não vem senão por Cristo. 

Nesse sentido, Jesus nos informa que se não estivermos dispostos a carregar também uma cruz (Mc 8, 34-36) não poderemos segui-lo. Assim, não há como ser cristão se não se está disposto a sofrer e transformar esse sofrimento em conversão sua e daqueles com os quais convive. Por vezes, o sofrimento liberta e o gozo aprisiona. Pois é no gozo e nas “bençãos materiais” que somos tentados a nos considerar auto-suficientes, ou especiais, quando, em verdade, não somos senão miseráveis que nem respiraríamos se Deus não permitisse. E é neste momento, no qual reconhecemos nossa incapacidade em relação a nossa existência, que Deus mais fortemente pode habitar em nós. Assim diz o santo apóstolo: “Mas ele me disse: Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo.” II Coríntios, 12,9

Um cristianismo que não prega a necessidade da cruz não é um cristianismo autêntico, mas pseudocristianismo. Em verdade, somos chamados a fazer como São Paulo, e completar em nosso corpo o que resta das aflições de Cristo, sacrificando-se em favor do Corpo Dele, que é a Igreja (Col 1,24).

Por isso, diante do sofrimento, um verdadeiro cristão não deve fugir ou amedrontar-se . Mas enfrentá-lo, com temor e obediência a Deus, orando como o Senhor orou, no momento de grande agonia que o fez SUAR SANGUE (Lc 22,44): “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; CONTUDO, NÃO SEJA COMO EU QUERO, MAS SIM COMO TU QUERES”. (Lc 22,42)

Em tempos do coronavírus, o músico potengiense Alexandre fará live logo mais às 20 horas

O potengiense, Alexandre, filho da vereadora Marli de Fátima, músico dos bons, em tempos de coronavírus, realizará uma apresentação  ao vivo (live), pela rede social @embaixadadorock, logo maisàs 20 horas. Vale a pena conferir.

Outras informações a qualquer momento.

Logo mais às 19 horas, Celebração da Cruz direto da Matriz de São Paulo via facebbok

Hoje, 10 de abril, Dia da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, devido a epidemia de coronavírus que assola o mundo e consequentemente, o Brasil, logo mais às 19  horas, direto  da Matriz de São Paulo, em São Paulo do Potengi, sem público, nosso pároco Padre Ramos presidirá a Celebração da Cruz, que será transmitida ao vivo pelo faceboor da Paróquia de São Paulo Apóstolo.

Teremos outras informações a qualquer momento.

Do ministro Mandetta: “Esse vírus adora aglomeração, adora contato”

Luiz Henrique Mandetta disse nas redes sociais que “vamos pagar o preço” pelo relaxamento da quarentena:

“Estamos em um momento em que nós vamos colher um pouco dos frutos, essa semana, das nossas difíceis reduções de mobilidade social que fizemos nas últimas duas semanas. Hoje, eu vi que o pessoal começou a andar mais. Vamos pagar esse preço ali na frente. Esse vírus adora aglomeração, adora contato, adora que as pessoas achem que ele é inofensivo. E, aí, as cidades podem pegar a transmissão sustentada.”



Do Blog: Afrouxaram o isolamento social

 O ministro da Saúde, principal autoridade da saúde no Brasil, que apesar de inúmeros obstáculos que vem enfrentando, vem desenvolvendo um trabalho sério, competente e transparente  na luta para enfrentar a peste do coronavírus, vem afirmando com veemência,  que o isolamento social (e no mundo todo vem sendo assim),  é o principal meio para evitar o avanço da terrível peste. Mandetta vem pedindo também que só saia de casa por motivo extremamente superior.

Porém, nos últimos dias, boa parte dos brasileiros relaxaram com a quarentena, provocando aglomerações e grandes movimentações, principalmente nas ruas das cidades brasileiras, principalmente nas maiores. Atitude (queira Deus que não) que poderá nos levar a pagar um preço muito alto, inclusive com a vida. Lamentável.

 Em São Paulo do Potengi não é diferente, pois significativa parte da população, também afrouxou o isolamento social.

Cleíton Soares é pre-candidato a vereador em Lagoa de Velhos

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Recebemos de Cleíton Soares, que é pre-candidato a vereador  na cidade de Lagoa de velhos, no pleito vindouro, algumas informações que tratam de assuntos políticos que estão ocorrendo naquela localidade.

O pretendente a uma cadeira na Câmara Municipal lagoense, informou que vinha participando de um grupo político de centro, porém, que fez opção  por fazer parte do grupo que está apoiando a pre-candidatura de Eílson Mafra, a prefeito daquela comunidade pelo Partido Republicano.

Ele explicou também, que tentou organizar uma legenda partidária, sendo que não foi possível, devido a falta de participação feminina, que também desejasse participar da eleição de 2020, já que é exigido a cota mínima de 30%.  Com o fim das coligações proporcionais os pre-candidatos ao Legislativo precisam optar por um ou por outro partido.

“Conversei com meus amigos e familiares, explicando a situação, eles entenderam e me deram total apoio. Por outro lado, pediram para eu não comprar votos e defender projetos, que façam a diferença para melhor, em prol de todos os lagoenses”. Disse o pré-candidato.

Cleíton atua como consultor de imóveis , avaliador e perito judicial no mercado imobiliário do RN.